
C. K. Prahalad faleceu ontem em Los Angeles, California aos 68 anos de idade em razão de uma virose de ação rápida não revelada por familiares.
Prahalad certamente fará falta. Suas ideias ajudaram a moldar a administração como a enxergamos nesse início de milênio.
Quem pode imaginar desenvolver negócios sem buscar compreender quais competências organizacionais são necessárias? E como isso se distribui pelos colaboradores que devemos ter em nossas organizações? E a viabilidade de modelos de negócios voltados ao atendimento das parcelas mais pobres da população (base da pirâmide social)? E abusca da eficácia, do atendimento de necessidades, do resultado… Quando pensávamos somente em ferramentas de eficiência operacional?
Sinto uma verdadeira tristeza. Seus livros (juntamente aos de Mintzberg) abriram as portas de todo um novo universo para mim. Com eles, entendi que podemos ter operações, funcionários, ativos… E mesmo assim, não ter um negócio. Pois um negócio é uma máquina de gerar valor e, por isso, depende necessariamente de quem recebe o resultado e o valora: o consumidor.
Se hoje movo meus esforços de consultoria em direção a buscar onde, quando e como meus clientes podem gerar valor para os consumidores de suas soluções, devo isso ao Prahalad.
Vejam notícias de seu falecimento em alguns sites nacionais e estrangeiros:
THE WALL STREET JOURNAL – INDIA REAL TIME
http://blogs.wsj.com/indiarealtime/2010/04/19/ck-prahalad-thoughts-and-remembrances/
ADMINISTRADORES.COM.BR
HSM MANAGEMENT ONLINE
http://hsm.updateordie.com/uncategorized/2010/04/rip-ck-prahalad-1941-2010/
Que todos nós sejamos capazes de aproveitar os ensinamentos de alguém que não será substituído com facilidade. Certamente fará companhia ao bom Peter Drucker, com belas análises e reflexões.






